Eutanásia, ou a prática de ajudar os enfermos a bem morrer?

Revisitando um texto antigo de Paulo Mendes Pinto, a propósito do tema.

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Há que debater, finalmente, numa sociedade que se afastou da morte, esse lugar-comum que é aquilo para que todos caminhamos

Decididamente, a problemática da eutanásia chegou para se colocar nas nossas agendas como uma das questões mais importantes dos próximos meses, uma questão-fracturante, como normalmente se caracterizam estas dúvidas que a sociedade recorrentemente apresenta perante questões relacionadas com a vida.

De resto, as sociedades europeias mais a norte já convivem com o incómodo desta questão há algum tempo, desde a última década do século passado, quando os primeiros estados legislaram a favor desta possibilidade de o doente terminar coma sua vida em situação de doença irrevogável e dor profunda.

Muito e variado se poderia elencar sobre posturas de tradições, culturas e religiões em relação a esta questão. Mas, e circunscrevendo-nos apenas ao nosso meio cultural, a questão da eutanásia vai muito mais longe na nossa mentalidade do que podemos supor. E vai, em primeiro lugar, à própria definição de propriedade que cada indivíduo tem sobre si mesmo. Isto é, posso eu, ou qualquer um de nos, livremente maltratar o nosso corpo, podendo, inclusive, levar o dito corpo à morte?

Continuar a ler aqui.

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