Surf, “uma maneira fixe de ser igreja”


Aos domingos, depois de surfar, rapazes e raparigas juntam-se em casa da família Pitney NÉLSON GARRIDO

 

Família norte-americana desafiou família luso-brasileira e família alemã para fundar uma igreja evangélica em Matosinhos. Surfam, partilham uma refeição com pão e vinho, cantam pop-rock cristão e estudam a Bíblia.

Fatos de surf de vários tamanhos, pranchas alinhadas, uma espécie de bandeira enfiada na areia com os dizeres: “Surf Church”, isto é, Igreja do Surf, “Christian Surfers”, Cristãos Surfistas. Um ajuntamento de homens, mulheres, crianças, com a pele queimada pelo sol e vontade de apanhar ondas.

“A igreja não é o culto, não é o serviço religioso ao domingo de manhã, não é o templo”, diz Troy Pitney, um norte-americano alto, elegante, de cabelos compridos, dourados. “Igreja é o corpo vivo de Jesus na Terra. Os que acreditam em Jesus são igreja. Nós somos igreja. E esta é a Igreja do Surf.”

Nasceu em Portland, Oregon, EUA, há 33 anos. Já foi empregado de bar, enquanto a mulher, Michelle, cumpria o sonho de ser princesa da Disney. Já teve uma pequena empresa de construção e o gozo de dar emprego a amigos numa situação crítica. Trabalha para a Operation Mobilisation, uma organização internacional evangélica destinada a mobilizar jovens para “viver e proclamar Jesus”.

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